000 01901nam a2200229 4500
001 377686
090 _a377686
100 _a20200709u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA estratégia de cibersegurança da União Europeia
_ecatastrofista, realista e/ou otimista?
_fSofia Martins Geraldes
311 _a(*) CD 300. Resumo inserto na publicação.
330 _aO ciberespaço tem sido considerado uma matéria de segurança central, apesar do seu estatuto inicial de simples problema técnico. Na era da conectividade digital, a existência de redes significa que qualquer dispositivo está susceptível à intrusão externa não autorizada e a dependência tecnológica dos Estados e das sociedades cria uma percepção de vulnerabilidade. Este contexto tem justificado a securitização do ciberespaço, com implicações legais, éticas e políticas. Neste cenário, assiste-se à introdução da cibersegurança no topo das agendas políticas dos Estados e das organizações internacionais, como a União Europeia, mas também a uma crescente preocupação com a excessiva regulamentação deste domínio. Deste modo, este artigo, mediante análise de discurso e segundo o modelo proposto por Mark Lacy e Daniel Prince (2018), analisa a evolução da posição discursiva da UE em relação ao ciberespaço enquanto matéria de segurança, para compreender se a estratégia de cibersegurança europeia é catastrofista, realista e/ou otimista.
461 _cLisboa
_d2019
_vNº 154
_tNação e Defesa
_x0870-757X
_pp. 91-108
606 _aSEGURANÇA INFORMÁTICA
_9273163
606 _aCRIME INFORMÁTICO
_9301395
606 _aPOLÍTICA CRIMINAL
_9231088
606 _aUNIÃO EUROPEIA
_9224774
700 _aGERALDES
_bSofia Martins
_9316933