000 01736nam a2200217 4500
001 377531
090 _a377531
100 _a20191120u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aEmoções e decisão judicial
_fCatarina Ribeiro, Celina Manita
311 _a(*) CD 300. Resumo inserto na publicação.
330 _aA tomada de decisão tem sido amplamente estudada pela Psicologia enquanto processo psicológico básico (e.g., Eysenck & Keane, 2005; Simon, 1956; Sternberg, 2000; Tversky & Kahneman, 1974), tendo sido definida como um processo que envolve várias dimensões cognitivas, emocionais, contextuais e que resulta numa determinada escolha. A investigação científica tem demonstrado que o processo de decisão judicial pode ser influenciado por variáveis extralegais, sobretudo de natureza ideológica, e por variáveis psicológicas relacionadas com o próprio julgador, não sendo apenas sustentadas em pressupostos jurídicos (Danziger, Levav, & Avnaim-Pesso, 2011; Forgas, 1995, 2010; Hastie, 2001; Posner, 2008; Reyna, 2012; Simon, 1956). Partindo dos dados desenvolvidos no âmbito de uma investigação mais vasta (Ribeiro, 2016) sobre os aspetos psicológicos da decisão judicial, destacam-se, neste artigo, algumas propostas teóricas que se centram na compreensão do papel das emoções na tomada de decisão judicial.
461 _cLisboa
_d1.º semestre 2019
_vNº 1
_tRevista do CEJ
_x1645-829X
_pp. 149-161
606 _aANÁLISE PSICOLÓGICA
_9323418
606 _aTOMADA DE DECISÃO
_9320164
606 _aJULGAMENTO
_9233424
700 _aRIBEIRO
_bCatarina
_9324187
701 _aMANITA
_bCelina
_9320990