| 000 | 01729nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 377478 | ||
| 090 | _a377478 | ||
| 100 | _a20190826u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aTerrorismo e propaganda nos media _fHugo Franco |
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| 311 | _a(*) CD 300. Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aRealizar a cobertura jornalística de atentados terroristas requer em especial bom senso por parte dos profissionais dos media. Sobretudo para não causar alarme social e poupar as vítimas desses ataques a um duplo sofrimento: o do atentado e o de serem expostas na comunicação social. No entanto, em quase todos os ataques, jornais e televisões cometem erros grosseiros e inadvertidos, mas também de uma forma consciente. Esses erros podem explicar-se em parte pela urgência em dar um exclusivo em primeira mão antes da concorrência, ou simplesmente porque existe a necessidade de fazer aumentar as audiências a todo o custo. Este artigo conta alguns casos-estudo passados no estrangeiro, sobretudo em França, país que tem sido alvo de vários ataques de cariz jihadista nos últimos anos. E, paralelamente, usa a experiência adquirida pelo autor do jornal Expresso nos últimos anos, nestes dossiers delicados e o modus operandi utilizado pelo semanário nas questões ligadas ao terrorismo. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2019 _vNº 152 _tNação e Defesa _x0870-757X _pp. 48-57 |
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| 606 |
_aTERRORISMO _9410420 |
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| 606 |
_aMEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS _91412 |
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| 606 |
_aMEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS E O PÚBLICO _9344443 |
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| 606 |
_aPROFISSIONAL DA COMUNICAÇÃO _9100668 |
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| 700 |
_aFRANCO _bHugo _9330315 |
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