| 000 | 01450nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377469 | ||
| 090 | _a377469 | ||
| 100 | _a20190812u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA posição processual da pessoa coletiva constituída arguida _fMaria João Antunes |
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| 311 | _a(*) CD300. Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aEntre nós, não há normas de natureza processual penal específicas em matéria de responsabilidade penal de pessoas coletivas, ao arrepio do que ocorre em ordenamentos jurídicos que as responsabilizam penalmente. A pessoa coletiva arguida tem o estatuto de sujeito processual e é titular do direito à não autoincriminação relativamente aos factos de onde resulte a sua responsabilização criminal. Este direito funda-se em princípios constitucionais objetivos do processo penal, como o da presunção de inocência e do contraditório, e em normas constitucionais estruturantes do processo penal, como as relativas à estrutura acusatória e ao processo equitativo. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dMaio-Agosto 2019 _vN.º 38 _tJulgar _x1646-6853 _pp. 17-29 |
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| 606 |
_aPESSOA COLECTIVA _9277813 |
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| 606 |
_aRESPONSABILIDADE PENAL _9224712 |
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| 606 |
_aDIREITO AO SILÊNCIO _9242402 |
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| 606 |
_aPROCESSO PENAL _9225107 |
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| 700 |
_aAntunes _b Maria João _9323374 |
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