| 000 | 01351nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 377371 | ||
| 090 | _a377371 | ||
| 100 | _a20190220u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aCould secondary DNA transfer falsely place someone at the scene of a crime? _bRecurso eletrónico _fCynthia M. Cale ...[et al.] |
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| 311 | _aFicheiro de 356 KB em formato PDF. | ||
| 330 | _aEstudo que revela como o desenvolvimento das tecnologias de recolha e análise de vestígios de ADN, cada vez mais sensíveis, conseguem detetar com maior acuidade as transferências de ADN secundárias. Após uma experiência em que foram detetadas cerca de 85% de ocorrências de transferências de ADN secundárias – transmitidas a um objeto porque o sujeito secundário apertou a mão ao sujeito primário que de seguida manuseou esse objeto – o estudo levanta questões relativas ao risco de se assumir que o ADN recuperado de um objeto resulta do contacto direto. | ||
| 461 |
_cHoboken _dJanuary 2016 _vVol. 61, n. 1 _tJournal of Forensic Sciences _x0022-1198 _pp. 196-203 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aANÁLISE DE VESTÍGIOS _9320649 |
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| 606 |
_aCRIMINALÍSTICA _92450 |
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| 710 |
_aCOULD SECONDARY DNA TRANSFER FALSELY PLACE SOMEONE AT THE SCENE OF A CRIME? _9351280 |
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