000 01550nam a2200229 4500
001 377271
090 _a377271
100 _a20190109u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO crime de branqueamento
_ea questão do dolo eventual
_ea relevância da teoria da cegueira deliberada
_fMichaela Farinha
311 _a(*) CD 283.
330 _a1. Análise criminológica do fenómeno do branqueamento. 2. Fases do branqueamento. 3. Noção. 4. Regulamentação internacional e da União Europeia. 5. O tipo do branqueamento. 5.1. O bem jurídico protegido. 5.2. O tipo objetivo de ilícito. 5.3. O tipo subjetivo de ilícito. 5.3.1. Grau do conhecimento. 5.3.2. Momento do conhecimento. 6. Admissibilidade do dolo eventual no crime de branqueamento. 7. A teoria da cegueira deliberada. 7.1. As origens. 7.2. A “willful blindness” na Jurisprudência norte-americana. 7.3. A cegueira deliberada na Jurisprudência espanhola. 7.4. Ignorância deliberada “stricto sensu”. 7.4.1. Será a doutrina da “ignorância deliberada” construção útil para o Direito Penal Português?
461 _cCoimbra
_dmaio-agosto 2017
_vAno 27, n.º 2
_tRevista Portuguesa de Ciência Criminal
_x0871-8563
_pp. 307-351
606 _aBRANQUEAMENTO DE CAPITAIS
_9243734
606 _aANÁLISE CRIMINAL
_9321724
606 _aDOUTRINA JURÍDICA
_9320978
606 _aJURISPRUDÊNCIA
_9231071
700 _aFARINHA
_bMichaela
_9313093