000 02337nam a2200217 4500
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090 _a377265
100 _a20181220u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aGangs, music and the mediatisation of crime
_bRecurso eletrónico
_eexpressions, violations and validations
_fCraig Pinkney, Shona Robinson-Edwards
311 _aFicheiro de 210 KB em formato PDF.
330 _aA mediatização do mundo atual levanta algumas novas questões no modo como os criminologistas o entendem, analisam e contextualizam. O artigo tem como objetivo relatar pesquisas qualitativas que analisam a forma pela qual algumas redes sociais são utilizadas por membros de gangues. A investigação sobre gangues é baseada, na maioria, na noção de que os gangues são produtos desviantes da desorganização social, embora exista pouca documentação escrita sobre as formas “específicas” de expressão usadas por aqueles que estão associados com os gangues. Como metodologia de trabalho analisou-se, por meio de análise narrativa, o conteúdo lírico de três videoclipes. Há décadas que os vídeos de música têm sido usados ​​como uma forma de expressão. Mais recentemente, em alguns casos, têm sido usados ​​como uma ferramenta para enviar ameaças, promover a cultura de gangues e exibir comportamentos e uso de substâncias ilegais, o que é um conceito relativamente novo, pelo menos no Reino Unido. As redes sociais e videoclipes não são a única razão pela qual houve um aumento da violência entre os jovens, no entanto, o artigo explora mais algumas dessas noções. Os autores sugerem que esta forma de expressão apresenta desafios na compreensão da atividade de gangues num mundo tão envolvido com os meios de comunicação social. A intenção não é criminalizar ainda mais os jovens, mas sim compreender e explorar o fenómeno dos videoclipes e o lugar que ocupam na dinâmica de disseminação de informação pelos gangues.
461 _cBingley
_d2018
_vVol. 17, n. 2
_tSafer Communities
_x1757-8043
_pp. 103-118
606 _aREDE SOCIAL
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606 _aGANG DE RUA
_9343365
606 _aCRIMINALIDADE
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700 _aPINKNEY
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