| 000 | 01470nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377169 | ||
| 090 | _a377169 | ||
| 100 | _a20180615u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA nova lei tutelar educativa _edenúncia - art. 72.º _fEfigénia Marabuto Tavares |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aA Lei Tutelar Educativa, aprovada em anexo à Lei n.º 169/99, de 14/9, foi, por via da entrada em vigor da Lei n.º 4/2015, de 15/1, objeto de alterações. Uma das alterações introduzidas reporta-se ao seu art. 72.º - denúncia -, que passa, então, a plasmar que “[q]ualquer pessoa pode denunciar ao Ministério Público ou a órgão de polícia criminal facto qualificado pela lei como crime, independentemente da natureza deste (…)”. Ansiada por muitos, esta solução não deixa, porém, de, a nosso ver, levantar inúmeras interrogações merecedoras da nossa reflexão, sendo nosso intento, pelo presente escrito, apontar algumas delas, o qual parte da “ratio”, quer da Lei Tutelar Educativa, quer da existência de diferentes naturezas de crimes. | ||
| 461 |
_cBraga _dJaneiro-Abril 2018 _vTomo 67, n.º 346 _tScientia Ivridica _x0870-8185 _pp. 55-67 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO TUTELAR DE MENORES _9242653 |
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| 606 |
_aDENÚNCIA _9273871 |
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| 606 |
_aSISTEMA PENAL _9227852 |
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| 700 |
_aTAVARES _bEfigénia Marabuto _9312674 |
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