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100 _a20180612u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aMarrocos e a segurança no Magrebe
_bRecurso eletrónico
_fFrancisco Xavier de Sousa
311 _aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 408 KB em formato PDF.
330 _aO Reino de Marrocos tem mostrado pretender alcançar um certo protagonismo regional. Para atingir esse desiderato, mas a braços com problemas internos, tanto de índole social como económico e político, tem procurado desviar as atenções do seu povo das verdadeiras razões desses problemas, através de um desfraldar de apelos a um nacionalismo e a uma hegemonia regional, que têm lançado sombras de instabilidade nos relacionamentos com os seus vizinhos, nomeadamente com a Argélia e com Espanha. Parte das suas atividades, mas também da sua inatividade, tem preocupado os países vizinhos, que têm reagido, umas vezes com paciência, outras com assertividade. À perceção de que se pode encontrar naquele Reino, como um “facilitador” que, como parceiro, pode propagar os valores ocidentais ao interior do Magrebe, cola-se uma outra, que o classifica, também, de “perturbador” regional capaz de fomentar a instabilidade numa região. Este artigo procura encontrar soluções que possam delimitar, senão banir, esta instabilidade, apoiando-se nas relações já estabelecidas entre Marrocos e os restantes atores do seu contexto regional.
461 _cLisboa
_d2012
_vNº 132
_tNação e Defesa
_x0870-757X
_pp. 11-60
606 _aSEGURANÇA EUROPEIA
_9246389
606 _aPOLÍTICA EUROPEIA DE DEFESA
_9349112
606 _aMARROCOS
_9334178
606 _aEUROPA
_9326972
700 _aSOUSA
_bFrancisco Xavier de
_9351154