000 01296nam a2200205 4500
001 377157
090 _a377157
100 _a20180606u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAgente infiltrado ou provocador?
_eum problema de proibições de prova à luz do caso Teixeira de Castro vs. Portugal
_fCatarina Abegão Alves
311 _aFicheiro de 2,84 MB em formato PDF.
330 _aIntrodução. I. O caso Teixeira de Castro vs. Portugal no TEDH.II. Uma perspetíva de direito comparado. 1. Direito norte-americano. 2. Direito alemão. III. O agente infiltrado, l. Princípio da proporcionalidade. 2. Requisitos na ordem jurídica portuguesa. IV. O agente provocador. 1. Critérios da provocação utilizados no caso a) teste subjetivo b) suspeitas fundadas c) teste objetivo. 2. Método proibido de prova. 3. Proibição de utilização de prova. 4. O efeito-à-distância sobre as provas secundárias. Conclusão.
461 _cCoimbra
_dOutubro-Dezembro 2013
_vA. 4, n.º 16
_tRevista de Concorrência e Regulação
_x1647-5801
_pp. 345-390
606 _aAGENTE INFILTRADO
_91181
606 _aDIREITO COMPARADO
_9224769
606 _aPROVA
_9233195
700 _aALVES
_bCatarina Abegão
_9195611