| 000 | 02077nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 377149 | ||
| 090 | _a377149 | ||
| 100 | _a20180528u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO Daesh no Médio Oriente e Magrebe _ederrotado, mas ainda uma ameaça _fAna Santos Pinto, Bruno Cardoso Reis |
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| 311 | _a(*) CD 283. Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aEste artigo analisa o impacto e evolução da ameaça jihadista takfiri no Médio Oriente e Magrebe, tendo em conta a perda pelo autoproclamado Califado do Daesh do seu proto-estado territorial. Tendo em conta as dinâmicas observadas, argumenta-se que apesar da estratégia de territorialização desenvolvida pelo Daesh ter falhado, em resultado da derrota militar sofrida nos territórios do Iraque e da Síria, persistem fatores que explicam a resiliência do movimento, designadamente: a fragilidade dos Estados na sua eficácia e legitimidade; a existência de “vazios de poder” decorrentes de ambientes de conflitualidade; e a marginalização de setores das comunidades muçulmanas, em particular os mais jovens. Perante uma derrota territorial, o Daesh parece procurar evoluir na estrutura organizacional e estratégia operacional, reorientando-se para uma ação violenta descentralizada em detrimento do controlo de território. Esta transformação poderá resultar num agravamento da competição entre grupos de matriz jihadista takfiri e até originar novos movimentos, em resultado de cisões, ou a reorganização dos já existentes, sem que isso signifique necessariamente o desaparecimento desta ameaça violenta. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2017 _vNº 148 _tNação e Defesa _x0870-757X _pp. 95-113 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO TERRORISTA _999993 |
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| 606 |
_aJIHAD ISLÂMICA _9330211 |
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| 606 |
_aMÉDIO ORIENTE _9343126 |
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| 700 |
_aPINTO _bAna Santos _9330215 |
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| 701 |
_aREIS _bBruno Cardoso _9330028 |
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