000 02016nam a2200265 4500
001 377145
090 _a377145
100 _a20180528u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aTheorising performative violence
_eradical islam and beheading in perspective
_fAmalendu Misra
311 _a(*) CD 283. Resumo inserto na publicação.
330 _aO ensaio explora uma das mais decisivas e profundas variantes da violência corporal – a decapitação. Em tempos, comum a todas as culturas, esta forma de punição desapareceu na maioria das sociedades modernas. No entanto, existem algumas sociedades que incentivam a decapitação por motivos religiosos ou culturais. O estudo procura examinar e compreender os propósitos autóctones e os significados culturais do ritual da decapitação. A preocupação central é: porquê decapitar? Muitas vezes é difícil e quase impossível obter uma resposta direta da cultura ou do indivíduo que é o coração deste acto sangrento. Propõe-se uma linha argumentativa que problematiza a decapitação no contexto contemporâneo. Concomitantemente, examinam-se várias perspetivas teóricas e filosóficas que ajudam a enquadrar este fenómeno. De acordo com a avaliação empírica, confinamos a discussão a dois casos contemporâneos bem conhecidos: os casos esporádicos de decapitação por parte dos talibãs no Afeganistão e os métodos de execução pública conduzidos pelos militantes do (autodenominado) Estado Islâmico (EI).
461 _cLisboa
_d2017
_vNº 148
_tNação e Defesa
_x0870-757X
_pp. 28-42
606 _aVIOLÊNCIA
_9234911
606 _aISLAMISMO
_9229036
606 _aTALIBAN
_9330216
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aAFEGANISTÃO
_9344034
700 _aMISRA
_bAmalendu
_9330217