| 000 | 02134nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377121 | ||
| 090 | _a377121 | ||
| 100 | _a20180514u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aContributo para o entendimento da experiência vivencial do terrorista _fHernâni Carvalho |
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| 311 | _a(*) CD 292. Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aO objetivo do presente estudo foi o de analisar a experiência vivencial do terrorista e, complementarmente, descrever as interseccionalidades socio-históricas que consubstanciama sua especificidade. Três sujeitos, do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 50 e os 72 anos, que estiveram envolvidos em atividades terroristas no passado foram selecionados a partir de um método de amostragem cruzado (snowball sampling versus recurso a intermediários), foram entrevistados, por recurso a um libelo estruturado com questões abertas. As entrevistas foram descodificadas com recurso à proposta metodológica da Apreensão dos Sentidos (Significado e Sentido) (Aguiar e Ozella, 2006, 2013). Os resultados sugerem o seguinte perfil vivencial: jovens adultos, com um determinado background sociocultural, enquadrado numa determinada realidade e tempo sociohistóricos, que servem de justificação para a necessidade de acção (por mecanismos desenvolvimentistas críticos como, por exemplo, a ideología e o antistablishment em face de crise psicossocial identitária) com oportunidades socioeducativas diferenciadas relativamente ao seu meio de origem, que não referem existência de períodos de psicopatologia e que hoje se encontram inseridos no que é expectável para o ciclo de vida em que se encontram (adultícia madura ou 3ª idade). | ||
| 461 |
_cLisboa _dabril 2018 _vNº 2 _tInvestigação Criminal, Ciências Criminais e Forenses. IC3F _x1647-9300 _pp. 166-188 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
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| 606 |
_aTERRORISMO _9410420 |
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| 606 |
_aPERFIL PSICOLÓGICO _9320881 |
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| 700 |
_aCARVALHO _bHernâni _9330210 |
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