| 000 | 01821nam a2200193 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377094 | ||
| 090 | _a377094 | ||
| 100 | _a20180509u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aWhy does performance management not perform? _bRecurso eletrónico _fMiguel Pina e Cunha ...[et al.] |
||
| 311 | _aFicheiro de 312 KB em formato PDF. | ||
| 330 | _aÉ colocada a seguinte questão: por que persistem em Portugal as más práticas de gestão de desempenho, no meio de reivindicações para aumentar a produtividade? Como metodologia para este estudo foi utilizada uma análise de micro-prática indutiva para compreender as barreiras à prática gerencial que não exigem mudanças institucionais maciças. A prática da gestão do desempenho em Portugal apresenta tipicamente três pontos fracos: planeamento insuficiente, problemas de processo e integridade e lógica não-meritocrática. O artigo discute o importante tópico da persistência de más práticas, mostrando como os padrões institucionalizados podem ser difíceis de erradicar, mesmo que sejam sub-ótimos. Foram identificadas as principais questões no funcionamento da gestão de desempenho, auxiliando assim, os gestores no desenvolvimento de soluções para melhorar a qualidade da sua prática. O artigo explica a persistência de práticas de má administração cuja continuidade dificulta não apenas a eficácia das organizações, mas também a dos seus membros. | ||
| 461 |
_cBingley _d2018 _vVol. 67, n. 4 _tInternational Journal of Productivity and Performance Management _x1741-0401 _pp. 673-692 |
||
| 606 |
_aGESTÃO DAS PERFORMANCES _9349144 |
||
| 606 |
_aGESTÃO ADMINISTRATIVA _9343074 |
||
| 710 |
_aWHY DOES PERFORMANCE MANAGEMENT NOT PERFORM? _9351108 |
||