| 000 | 01378nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377051 | ||
| 090 | _a377051 | ||
| 100 | _a20180409u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPrincípio da celeridade e prazos do inquérito _fGermano Marques da Silva |
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| 311 | _a(*) CD292. Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aO autor pondera a articulação entre o princípio da celeridade processual e os prazos da fase de inquérito, tendo em vista apurar se estes assumem natureza perentória ou meramente ordenadora. Para tanto, analisa o princípio da celeridade processual, as exigências do artigo 6.º da CEDH e a orientação do TEDH a este respeito. Aponta, ainda, “a dupla fisionomia constitucional da duração razoável do processo”, como garantia objetiva da jurisdição no plano estrutural e tutela das situações subjetivas no plano dinâmico da efetividade dos valores do justo processo. Por fim, coteja a celeridade processual com as garantias da defesa, apresentando a sua conclusão quanto à natureza daqueles prazos. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dJaneiro-Abril 2018 _vN.º 34 _tJulgar _x1646-6853 _pp. 139-147 |
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| 606 |
_aPROCESSO PENAL _9225107 |
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| 606 |
_aINQUÉRITO _9233137 |
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| 700 |
_aSILVA _bGermano Marques da _9220781 |
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