| 000 | 01705nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 377045 | ||
| 090 | _a377045 | ||
| 100 | _a20180409u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA mulher no crime _bRecurso eletrónico _esubmissa ou subtil? _eas atividades rotineiras como fator relevante na incidência de géneros no fenómeno criminal _fInês Isabel Capão Calixto |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aNo presente estudo, faz-se uma análise do fenómeno criminal através da experiência feminina, abordando a forma como as mulheres vivem o crime, principalmente no papel de agressoras. Mais especificamente, visa-se o relacionamento deste fator com a Teoria das Atividades Rotineiras, desenvolvida em 1979, por Lawrence E. Cohen e Marcus Felson, à luz da Criminologia Ambiental, por forma a compreender as estatísticas da criminalidade feminina. Segundo esta teoria, um conjunto de fatores, tais como a educação, a socialização, a oportunidade e a motivação, impulsionam o cometimento de delitos. As rotinas individuais irão contribuir para a convergência destas variáveis. Visto que homens e mulheres possuem rotinas diferenciadas em função do género, derivadas de um longo processo histórico de socialização, irão também ter divergências no que respeita às oportunidades criminais | ||
| 461 |
_cMaputo _dFevereiro de 2018 _vEdição zero _tRevista Científica da ACIPOL _pp. 56-65 |
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| 606 |
_aCRIMINALIDADE FEMININA _9275110 |
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| 606 |
_aANÁLISE SOCIAL _93558 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA CRIMINAL _9225033 |
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| 700 |
_aCALIXTO _bInês Isabel Capão _9351073 |
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