| 000 | 01661nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 377005 | ||
| 090 | _a377005 | ||
| 100 | _a20180220u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAcesso em benefício de “familiares” na Lei da informação genética (Lei n.º 12/2005, de 26 de janeiro) _bRecurso eletrónico _fGuilherme de Oliveira |
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| 330 | _a1. Introdução. 2. Questões prévias. A. Noção de “familiares”. B. Conteúdo da “propriedade” da informação genética e das amostras biológicas. C. Incapacidade do titular. D. Distinção entre poder de gestão geral das amostras armazenadas e direito de acesso dos familiares. 3. Acesso por “familiares” à informação genética e às amostras, durante a vida do titular? A. A questão. B. A proteção da saúde e da vida. C. O planeamento da vida – procriar ou não procriar. 4. Acesso por “familiares” à informação genética, depois da morte do titular. 5. Acesso por “familiares” a amostras biológicas armazenadas, depois da morte do titular. 6. Conclusões. | ||
| 461 |
_cCoimbra _d2015 _vAno 12, n.º 23-24 _tLex Medicinae. Revista Portuguesa de Direito da Saúde _x1646-0359 _pp. 5-23 |
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| 606 |
_aDIREITO À INFORMAÇÃO _9235111 |
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| 606 |
_aINFORMAÇÃO CONFIDENCIAL _9156449 |
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| 606 |
_aPROTECÇÃO DOS DADOS _9343089 |
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| 606 |
_aGENÉTICA _9238061 |
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| 700 |
_aOLIVEIRA _bGuilherme de _9323133 |
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