| 000 | 02023nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 377004 | ||
| 090 | _a377004 | ||
| 100 | _a20180216u y0pory50 ba | ||
| 101 | _afre | ||
| 200 |
_aDe la trace à l’étude du crime et vice-versa _fOlivier Ribaux |
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| 311 | _a(*) CD 291. Tradução parcial do resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aA criminologia e a ciência forense distanciaram-se durante o século XX. A primeira disciplina permanece fixada às ciências sociais e humanas e a outra desenvolve-se através das ciências da natureza ou da informação. Nesta configuração, a criminologia não dispõe de métodos e de instrumentos adequados de observação e de interpretação do substrato numérico sobre o qual uma variedade de novas atividades criminais se desenvolve. Os atores forenses permanecem discretos neste campo, limitando-se a um papel de auxiliar ao serviço da Justiça. O crime e as investigações numéricas discutem-se preferencialmente em colóquios estritamente centrados na informática. Este sinal indica a necessidade de mudança de perspetiva por forma a ouvir mais resolutamente as disciplinas que estudam o crime e os vestígios num campo que lhes diz respeito. Este artigo propõe algumas possibilidades de integração da ciência forense e da criminologia para renovar as abordagens. Esboça pistas, recordando, por um lado, a atitude dos pioneiros e, por outro, o papel polimorfo, central mas implícito do investigador do local do crime, que coloca à disposição o vestígio e a informação que ele veicula ao serviço da resolução de problemas e do estudo do crime. | ||
| 461 |
_cGenève _dJuilliet-Septembre 2016 _vVol. 69, n. 3 _tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique _x1424-4683 _pp. 289-304 |
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| 606 |
_aCIÊNCIA FORENSE _9321508 |
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| 606 |
_aVESTÍGIOS _9322061 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA CIENTÍFICA _9305225 |
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| 606 |
_aCRIMINALÍSTICA _92450 |
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| 700 |
_aRIBAUX _bOlivier _9327934 |
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