| 000 | 02163nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 377002 | ||
| 090 | _a377002 | ||
| 100 | _a20180216u y0pory50 ba | ||
| 101 | _afre | ||
| 200 |
_ala police criminelle et le mensonge _fOlivier Guéniat, Fabio Benoît, Raoul Jaccard |
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| 311 | _a(*) CD 291. Tradução parcial do resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aAs razões que constantemente impeliram o Homem a tentar descobrir a verdade e a diagnosticar a mentira são tão numerosas como complexas e os métodos evoluíram largamente. Então, como saber se um suspeito vai mentir descaradamente ou vai rapidamente admitir? Por que razão irá ele mentir? A sua versão e as suas alegações serão verificáveis? Poderá ele enganar-se na marcação de um episódio que leve a que possamos pensar que ele está a mentir? A Polícia pode certamente ser considerada um templo de mentira, na medida em que se confronta frequentemente com o que distingue a representação dos conceitos “verdade” e “mentira”. Neste sentido, será a Polícia capaz de detetar as pessoas que mentem? De acordo com que critérios? Terá ela sabido inspirar-se na pesquisa consagrada à mentira? Como é que ela reage face a suspeitos que mentem? Confrontada com a suspeita de mentira, que estratégias são adotadas e aconselhadas? Como transformar as mentiras em vantagens num processo criminal? Importa, portanto, responder a algumas questões e de fazer um ponto de situação sobre o estado do conhecimento policial, das táticas, das técnicas e das estratégias desenvolvidas com os mentirosos. | ||
| 461 |
_cGenève _dOctobre-Décembre 2016 _vVol. 69, n. 4 _tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique _x1424-4683 _pp. 459-478 |
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| 606 |
_aINTERROGATÓRIO POLICIAL _9272484 |
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| 606 |
_aDEPOIMENTO _9318693 |
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| 606 |
_aTÉCNICAS DE ENTREVISTA _9326570 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA CRIMINAL _9231092 |
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| 606 |
_aSUÍÇA _9336290 |
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| 700 |
_aGUÉNIAT _bOlivier _9117667 |
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| 701 |
_aBENOÎT _bFabio _9351045 |
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| 701 |
_aJACCARD _bRaoul _9349090 |
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