| 000 | 01922nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 376960 | ||
| 090 | _a376960 | ||
| 100 | _a20180129u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA resolução bancária _fJosé Engrácia Antunes |
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| 311 | _a(*) CD 283. Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aA crise financeira de 2008 veio colocar a nu a importância das instituições de crédito na vida económica, social e até política da modernidade e, simultaneamente, as insuficiências dos tradicionais mecanismos jurídicos de tratamento das crises bancárias. Tendo como pano de fundo o novo direito português das crises bancárias previsto no Título VIII do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, saído da grande reforma de 2012, o presente estudo tem por objeto a análise do regime jurídico do seu principal instituto – a chamada resolução bancária(arts. 145.º-A a 145.º-O). Instituto jurídico-bancário do direito português e europeu, que foi já testado entre nós nos casos BES (2014) e BANIF (2015), a resolução das instituições de crédito (“resolution of credit institutions” “Abwicklung von Kreditinstituten”, “résolution des établissements de crédit”, “risoluzione degli enti creditizi”) tem por objeto a intervenção das autoridades de supervisão bancária em instituições de crédito que se encontrem em situação de iminente insolvência, com vista a salvaguardar a estabilidade do sistema financeiro. | ||
| 461 |
_cBraga _dSetembro/Dezembro 2017 _vTomo 66, n.º 345 _tScientia Ivridica _x0870-8185 _pp. 457-481 |
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| 606 |
_aINSTITUIÇÃO BANCÁRIA _9329968 |
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| 606 |
_aINSTITUIÇÃO FINANCEIRA _9100339 |
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| 606 |
_aRECESSÃO ECONÓMICA _9343222 |
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| 700 |
_aANTUNES _bJosé Engrácia _9195938 |
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