| 000 | 01843nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 376955 | ||
| 090 | _a376955 | ||
| 100 | _a20180123u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aRiscos associados ao stalking _bRecurso eletrónico _eviolência, persistência e reincidência _fHelena Grangeia, Marlene Matos |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aO stalking, enquanto fenómeno de violência interpessoal, assume a conotação de aviso, perigo e imprevisibilidade, estando a sua experiência relacionada com a perceção de ameaça constante. Qualquer abordagem ao fenómeno do stalking, quer seja teórica ou prática, inclui na sua análise a dimensão do risco. Compreender o stalking implica a sua conceção enquanto fenómeno associado a múltiplos riscos: o risco de violência, de persistência e, ainda, de reincidência. O stalking representa um risco em si mesmo, mas constitui-se também como fator de risco de violência e, nalguns casos, um fator de risco de homicídio. A avaliação de risco em casos de stalking surge como um passo essencial a uma prática ética e informada, servindo como pedra basilar na tomada de decisão relativamente a medidas preventivas dirigidas aos stalkers, bem como de proteção às suas vítimas. É fundamental dotar os profissionais de competências e de instrumentos para uma avaliação de risco ponderada e eficaz em casos de stalking. | ||
| 461 |
_c[Maia] _d2012 _vNº 5 _tPsiquiatria, Psicologia & Justiça _x2182-9381 _pp. 29-48 |
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| 606 |
_aASSÉDIO SEXUAL _9252355 |
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| 606 |
_aASSÉDIO MORAL _9297786 |
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| 606 |
_aCOMPORTAMENTO DESVIANTE _9321365 |
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| 606 |
_aPERFIL PSICOLÓGICO _9320881 |
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| 700 |
_aGRANGEIA _bHelena _9351014 |
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| 701 |
_aMATOS _bMarlene _9327024 |
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