000 01960nam a2200229 4500
001 376924
090 _a376924
100 _a20180109u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aLa mort des réseaux terroristes
_el'exemple de la Fraction Armée Rouge
_fMaurice Cusson
311 _a(*)
330 _aO caso da Fração do Exército Vermelho é usado para responder à seguinte questão: porque e como morrem as redes terroristas? A história é contada em três episódios: o primeiro, entre 1968 e 1972, referente a um ataque do Grupo Baader-Meinhof, o qual conduziu ao desenvolvimento do contraterrorismo e à detenção das principais figuras do movimento. Num segundo episódio, de 1973 a 1979, assiste-se a uma nova geração de terroristas que assume o controlo e comete diversos assassinatos. Na prisão, ao longo deste período, a maioria dos terroristas da primeira geração foram mortos ou assassinados. Na última e terceira fase, entre 1980 e 1993, a Fração do Exército Vermelho perpetrou dez assassinatos, tendo os terroristas de forma progressiva desistido da luta. O terrorismo e o contraterrorismo são impulsionados por movimentos cíclicos durante os quais existem períodos de operações terroristas violentas que mobilizam e forçam os serviços de polícia e de inteligência a reagir e a tornarem-se eficazes. Em seguida, e durante vários anos, não se assinala nenhum ataque, provocando tal facto um adormecimento do contraterrorismo.
461 _cGenève
_dOctobre-Décembre 2017
_vVol. 70, nº 4
_tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique
_x1424-4683
_pp. 459-468
606 _aTERRORISMO
_9410420
606 _aGRUPO TERRORISTA
_9329105
606 _aPOLÍTICA CRIMINAL
_9231088
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
700 _aCUSSON
_bMaurice
_9325721