| 000 | 01951nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 376893 | ||
| 090 | _a376893 | ||
| 100 | _a20171213u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aNovas perspetivas em torno da casualidade na responsabilidade médica _fMafalda Miranda Barbosa |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aMuitas são as ações em que uma pretensão indemnizatória deduzida contra um médico decai por falta de estabelecimento do nexo de causalidade, seja pelo facto de o lesado ter de enfrentar uma prova diabólica, seja por o encadeamento de eventos tornar inviável a reconstituição do iter que conduziu à lesão. Não se estranha, por isso, que, nos diversos ordenamentos jurídicos, se procurem soluções que possam fazer face às dificuldades. Nas páginas que se seguem, depois de evidenciarmos as razões para o não acolhimento quer da solução de índole processual, quer da solução centrada no dano, procuraremos perceber como deve ser compreendida a causalidade, agora vista como imputação. Cindida entre a causalidade fundamentadora da responsabilidade e a causalidade preenchedora da responsabilidade, ela deve ser entendida na dupla remissão para a realidade que coloca o problema concreto e para os princípios que fundamentam o sistema ressarcitório, o que permitirá definir novos critérios de imputação objetiva. A mutação da perspetiva permitir-nos-á ensaiar, também, novas soluções em matéria de ónus da prova e de condicionalidade e encontrar um critério judicativo para as situações de causalidade incerta. | ||
| 461 |
_cLisboa _d1.º semestre 2017 _vNº 1 _tRevista do CEJ _x1645-829X _pp. 9-65 |
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| 606 |
_aRESPONSABILIDADE CIVIL _9227662 |
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| 606 |
_aRESPONSABILIDADE MÉDICA _92059 |
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| 606 |
_aÓNUS DA PROVA _9233666 |
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| 700 |
_aBARBOSA _bMafalda Miranda _9274502 |
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