| 000 | 02027nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 376865 | ||
| 090 | _a376865 | ||
| 100 | _a20171128u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aVisibilities, invisibilities and twilight zones at the crime scene in Portugal _bRecurso eletrónico _fSusana Costa |
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| 311 | _aFicheiro de 1,07 MB em formato PDF (26 p.). | ||
| 330 | _aSão analisados três processos judiciais portugueses e exploradas as narrativas construídas pela polícias (PJ, PSP, GNR) perante o local do crime. Olhando para as visibilidades, invisibilidades e zonas crepusculares, procura-se compreender a forma como as forças policiais em Portugal constroem as suas narrativas através do uso de vestígios biológicos e como essas narrativas fazem parte da produção de prova. Argumenta-se que, nas investigações criminais em Portugal, a produção de uma narrativa, que irá ser apresentada em tribunal, pode ser condicionada pela coexistência das subculturas epistémicas do trabalho policial, que possuem diferentes conhecimentos, práticas, entendimentos e formas de "ver" a prova forense. O grau de entusiasmo tecnológico que orienta o desempenho de diferentes forças policiais no local do crime reflete-se na forma como eles "veem" a cena e os entendimentos socioculturais que são produzidos. Este entusiasmo tecnológico e a chamada "visão profissional seletiva" perante o local do crime podem afetar a robustez e a eficiência da prova apresentada no tribunal. | ||
| 461 |
_d2017 _vVol. 36 , nº 4 _tNew genetics and society _x1469-9915 _pp. 375-399 |
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| 606 |
_aLOCAL DO CRIME _935217 |
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| 606 |
_aRECOLHA DA PROVA _9322094 |
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| 606 |
_aPRODUÇÃO DE PROVA _9246127 |
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| 606 |
_aACTUAÇÃO POLICIAL _912509 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 606 |
_aGUARDA NACIONAL REPUBLICANA _9343156 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA _9272423 |
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| 700 |
_aCosta _bSusana _9324953 |
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