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100 _a20171110u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO regresso da pirataria e a violência sobre o indivíduo
_bRecurso eletrónico
_fLuís Valença Pinto
311 _aFicheiro de 781 KB em formato PDF (2 p.).
330 _a"A pirataria é uma prática violenta tão velha quanto o mundo. A Odisseia de Homero narra atos de pirataria, a pirataria foi considerada pelo direito romano no século I a. C. e sabe-se, através de Plutarco, que Júlio César (100 a. C a 44 a. C.) foi feito prisioneiro por piratas da ilha de Farmacusa e só libertado mediante a liquidação de um resgate, episódio aliás cheio de singularidades que veio a dar motivo a uma ópera de Salieri. Em termos contemporâneos, a pirataria como expressão de violência passou de fenómeno aparentemente ultrapassado a algo com uma razoável importância, tanto pela recorrência das suas manifestações, como pelo seu impacto. O ressurgimento da pirataria ocorreu fundamentalmente na década de 90 do passado século e nos mares do Extremo Oriente, um dos palcos históricos deste tipo de ações. Mas, apesar da virulência então registada (apenas em 1998 são contabilizáveis largas dezenas de vítimas mortais), foi no início do corrente século que ela mais recrudesceu, em particular no estreito de Malaca. Verificou-se porém que uma intensa e bem organizada resposta, assente na cooperação entre a Indonésia, a Malásia e Singapura, conseguiu dar o adequado tratamento ao fenómeno e, no essencial, contê-lo. Mas foi a eclosão da pirataria ao largo da costa da Somália e no golfo de Adem, em meados da década passada, que verdadeiramente trouxe a pirataria para a atualidade, em particular no mundo ocidental."
461 _cLisboa
_d2014
_v
_tAnuário JANUS Online
_pp. 126-127
606 _aPIRATARIA MARÍTIMA
_9272792
606 _aVIOLÊNCIA
_9234911
606 _aCRIME ORGANIZADO
_9225700
700 _aPINTO
_bLuís Valença
_9329486