| 000 | 02129nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 376764 | ||
| 090 | _a376764 | ||
| 100 | _a20170915u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
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_aIncêndios florestais _bRecurso eletrónico _euma realidade inevitável em Portugal? _fCarla Carina Pardal Cardoso Freire Quaresma |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 859 KB em formato PDF (47 p.). | ||
| 330 | _aApesar de sucessivos governos declararem que a defesa da floresta contra os incêndios florestais é uma prioridade, e de serem adotadas políticas públicas e estratégias neste sentido, os resultados obtidos são ainda escassos. Ao longo das últimas três décadas (1980-2010) a área ardida em Portugal tem sido crescente, sendo o país mais afetado entre os cinco países mediterrâneos que compõem o que Veléz (2006) designou de “clube de fogo”. Em 2013, a área ardida em Portugal correspondeu a 61% da área ardida em todos os países da União Europeia, tendo-se igualmente registado nove vítimas mortais. As questões meteorológicas e o abandono rural, só por si, são insuficientes para explicar esta situação, pelo que importa voltar a atenção para os dados disponíveis e para as políticas públicas de prevenção e combate aos incêndios florestais. Assim, são analisadas as ocorrências registadas, as suas causas e as políticas públicas existentes, nomeadamente ao nível dos três pilares do designado Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios (Prevenção estrutural; Vigilância, deteção e fiscalização; e Combate, rescaldo e vigilância pós-incêndio). Finalmente são apresentadas algumas reflexões em torno da promoção da eficácia das políticas públicas neste domínio. | ||
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_cLisboa _djul./ dez. 2014 _vAno 2, n.° 4 _tRevista de Direito e Segurança _x2182-8687 _pp. 7-53 |
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| 606 |
_aINCÊNDIO _9243828 |
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| 606 |
_aFOGO POSTO _9320300 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA DO AMBIENTE _9243472 |
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| 700 |
_aQUARESMA _bCarla Carina Pardal Cardoso Freire _9308612 |
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