000 02148nam a2200217 4500
001 376758
090 _a376758
100 _a20170914u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aRumo a um sistema de informações europeu?
_bRecurso eletrónico
_fGabriela Caldas
311 _aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 315 KB em formato PDF (29 p.).
330 _aOs recentes ataques terroristas em Paris e Bruxelas trouxeram uma vez mais para o centro do debate a deficiente cooperação entre as autoridades dos Estados-Membros, em particular no que toca à partilha de informações. As formas de cooperação em vigor na União Europeia entre serviços de informações, seja num contexto informal e intergovernamental, a exemplo do Clube de Berna, seja no contexto da cooperação policial como no caso da EUROPOL, ou ainda no contexto da Política Exterior e de Segurança Comum, parecem não oferecer resposta adequada às exigências da prevenção e luta contra as ameaças que pendem sobre os cidadãos europeus. Atentas a sensibilidade da matéria e as diferentes perceções nacionais, é duvidoso que o mero reforço da cooperação altere de forma significativa a situação actual, caracterizada pela natureza voluntária das participações, pela desarticulação entre os organismos envolvidos e por fronteiras artificiais entre informações criminais, de segurança e estratégicas.A segurança interna da União e dos seus cidadãos é um objetivo prioritário inscrito nos Tratados, que nem as instituições nem os Estados-Membros podem ignorar. No sentido de o servir, afigura-se oportuno refletir sobre a viabilidade e valor acrescentado que uma Agência de Informações da UE poderia constituir neste contexto.
461 _cLisboa
_djul.-dez. 2016
_vA. 4, n.º 8
_tRevista de Direito e Segurança
_x2182-8687
_pp. 51-79
606 _aSERVIÇO DE INFORMAÇÕES
_9326425
606 _aCOOPERAÇÃO POLICIAL
_9233401
606 _aSEGURANÇA INTERNA
_9243651
606 _aEUROPOL
_9103050
700 _aCALDAS
_bGabriela
_9308333