| 000 | 02880nam a2200277 4500 | ||
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| 001 | 376753 | ||
| 090 | _a376753 | ||
| 100 | _a20170913u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
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_aA securitização da acessibilidade das bacias oceânicas e o protecionismo energético vs alterações climáticas _bRecurso eletrónico _emeras consequências ou momentos finais da civilização? _eentrevista ao Contra-Almirante José Campos _fFrederico Cortez |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 221 KB em formato PDF (44 p.). | ||
| 330 | _aA forma como obtemos, tratamos, transportamos e consumimos energia, enquanto espécie ou sociedade global, e como os Estados agem para protegerem os seus interesses, mormente energéticos, tem um contraponto muito directo naquilo que se chama de Alterações Climáticas. Fenómeno este entendido como uma manifestação do domínio antrópico sobre o planeta, in casu no clima, um sistema complexo de interacções entre subsistemas como a atmosfera, a hidrosfera ou a biosfera. Partindo deste pressuposto, analisa-se as relações internacionais globais tendo por base uma visão da “marepolítica” e não geopolítica uma vez que, pensamos, explica melhor a simbiose entre as características das acessibilidades das bacias oceânicas e do proteccionismo energético, derivado de poderes estatais (e não estatais) que influenciam a organização societária da espécie humana. Em busca de opinião válida e capaz de relacionar as idiossincrasias dos diversos aspectos (marítimos, securitários, etc) desta problemática, cunhada pela experiência “no terreno” aquém e além-fronteiras ao mais alto nível, entrevistou-se o Sr.º Contra-Almirante José Campos, que ofereceu uma visão rica e integradora, ainda numa linguagem acessível. Que as Alterações Climáticas desempenham hodiernamente um papel impactante no devir da humanidade, particularmente ao nível da segurança, é inegável. Qual a sua medida, se isso determinará a nossa extinção ou, pelo contrário, se nos conseguiremos adaptar a tempo de reverter os efeitos nefastos para a habitabilidade humana no planeta Terra é o que se pretende ajudar a perspetivar, concluindo-se pela urgência em agir, já hoje. | ||
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_cLisboa _djan./ jun. 2017 _vAno 5, n.° 9 _tRevista de Direito e Segurança _x2182-8687 _pp. 187-230 |
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| 606 |
_aDIREITO DO MAR _9229626 |
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| 606 |
_aVIGILÂNCIA MARÍTIMA _9344739 |
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| 606 |
_aECOLOGIA _9227631 |
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| 606 |
_aOCEANO _9350934 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA DO AMBIENTE _9243472 |
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| 606 |
_aMARINHA DE GUERRA _9349284 |
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| 700 |
_aCORTEZ _bFrederico _9327392 |
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