| 000 | 02148nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 376712 | ||
| 090 | _a376712 | ||
| 100 | _a20170725u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA cooperação técnico-militar entre Portugal e Angola _bRecurso eletrónico _fRuben Cantante |
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| 311 | _aResumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aA Cooperação Técnico-Militar (CTM) com Angola foi das cooperações militar a última a ser formalizada por Portugal devido a questões internas angolanas, nomeadamente ao período de guerra civil que este Estado viveu até meados da década de 90. Mesmo sendo o último acordo a ser formalizado, a sua dimensão e importância para a política externa nacional leva o autor a fazer uma análise aprofundada dos moldes em que esta se gere e quais os resultados que têm dela surgido para as partes envolvidas. Do orçamento de Defesa para as CTM cerca de um terço do mesmo é dirigido para a relação bilateral luso-angolana. A CTM com Angola é mantida através da formalização de Programas-Quadro nos quais os envolvidos, através dos seus Ministérios da Defesa Nacional e Ministérios dos Negócios Estrangeiros, se debruçam sobre as áreas e projetos a desenvolver dentro das Forças Armadas Angolanas e qual o papel das Forças Armadas Portuguesas nesse processo. Concluiu-se que o Exército Português contribui com Recursos Humanos, doutrina, atitudes e valores nesta relação bilateral colaborando de forma eficiente para o desenvolvimento das FAA e ainda para a disseminação da língua e cultura portuguesas não só em Angola mas também no mundo. A análise da atual estrutura do PQ para o triénio 2015-2017 afigura-se como um tema bastante viável para futuras investigações. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJaneiro-Junho 2016 _vVol. 7, n.º 10 _tProelium - Revista da Academia Militar _x1645-8826 _pp. 227-244 |
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| 606 |
_aCOOPERAÇÃO INTERNACIONAL _9229150 |
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| 606 |
_aFORÇAS ARMADAS _9234599 |
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| 606 |
_aANGOLA _9410422 |
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| 700 |
_aCANTANTE _bRuben _9138476 |
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