| 000 | 01415nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 376655 | ||
| 090 | _a376655 | ||
| 100 | _a20170621u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPresunção de inocência e prova indiciária na tramitação processual das fases de inquérito e instrução _fCláudia Pina |
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| 311 | _a(*) CD 269. Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aNeste artigo são analisadas as consequências e manifestações do princípio da presunção de inocência nas decisões que encerram as fases de inquérito e instrução e a aplicação do princípio do "in dubio pro reo" no juízo de suficiência de indícios que as fundamenta. É abordada a questão da prova indiciária, a sua especial relevância na criminalidade económico-financeira e altamente organizada e a fundamentação do despacho de pronúncia em geral e quando a suficiência de indícios se baseia naquela prova. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2.º semestre 2016 _vNº 2 _tRevista do CEJ _x1645-829X _pp. 49-76 |
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| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 606 |
_aINSTRUÇÃO CRIMINAL _9238556 |
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| 606 |
_aPROCESSO PENAL _9225107 |
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| 606 |
_aCRIME ORGANIZADO _9225700 |
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| 606 |
_aCRIME ECONÓMICO _9238882 |
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| 700 |
_aPINA _bCláudia _9330127 |
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