| 000 | 01470nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 376615 | ||
| 090 | _a376615 | ||
| 100 | _a20170526u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aConfissão na fase policial _bRecurso eletrónico _evalidade e credibilidade _fJoelma Chiquite Gonçalves Olece |
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| 311 | _aFicheiro de 691 KB em formato PDF (3 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aO presente artigo, tem como objectivo a discussão acerca da validade e credibilidade, da confissão na fase policial, a problemática do uso da mesma como sendo um meio de prova sem que estejam verificados os pressupostos do artigo 174º do código processual penal, a violação do princípio "in dubio pro reu", princípio da presunção de inocência plasmado no artigo 59º da CRM, o estudo visa chamar a atençãoo dos órgãos da administração da justiça em relação a várias situações em que indivíduos são condenados pela prática de alguns crimes, sem que haja, objectivamente, provas que o apontam como agente. | ||
| 461 |
_cBeira, Moçambique _dAbril-Junho de 2016 _vVol. 3, nº 08, ano III _tRevista Científica do ISCTAC _x2519-7207 _pp. 27-29 |
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| 606 |
_aCONFISSÃO _9300643 |
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| 606 |
_aINTERROGATÓRIO POLICIAL _9272484 |
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| 606 |
_aPROCESSO PENAL _9225107 |
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| 606 |
_aMOÇAMBIQUE _9333342 |
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| 700 |
_aOLECE _bJoelma Chiquite Gonçalves _9350858 |
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