000 03153nam a2200229 4500
001 376613
090 _a376613
100 _a20170526u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA verdade no local do crime
_bRecurso eletrónico
_euso de técnicas científicas na investigação criminal
_fIvan Chamil Abibo
311 _aFicheiro de 535 KB em formato PDF (8 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aO presente artigo tende a realçar os aspectos preliminares sobre a co-relação entre o local do crime e o local em que foi encontrado o corpo, como também, a relevância da presença de peritos (formados e dotados de conhecimento científico) ligados à área de Entomologia Forense e de Medicina-Legal no local de sucesso acompanhados pela Polícia de Investigação criminal (PIC) como meio de prossecução das investigações e que tem demonstrado ultimamente uma presumível falha na base fundamental (métodos investigativos) para que as investigações em torno de um delito sejam de facto investigações criminais no nosso país, e provavelmente a cadeia de custódia esteja a ser afectada pela insolvência da parte de quem de direito deste factor primordial na percussão das reais intenções que levaram a morte de um cidadão. Do caso reportado no Diário de Moçambique do dia 09 de Fevereiro de 2015, é um dos exemplos dessa realidade, que dava conta que um corpo que foi encontrado “achado” no bairro da Passagem de nível, na cidade da Beira, com um pé decepado, o que suscitou a preocupação de se debater esses factos, onde se afirma que segundo a opinião da Polícia da República de Moçambique de que pode ter ocorrido por acidente ferroviário e descarta–se a possibilidade de ser por tentativa dos meliantes de encobrimento involuntário de provas e que se realmente leva–se a cabo uma minuciosa investigação no local do crime, poderia–se levantar certas indagações sobre como realmente ocorreu o caso, onde a peritagem seria exaustiva e de forma correcta. A própria reportagem esclareceu o facto de que enquanto o corpo do malogrado se encontrava no local, nenhuma equipa da PIC se fez lá presente, somente um grupo de agentes da corporação ligados a tranquilidade e ordem pública é que foi ao local após horas de exposição do cadáver a varias intervenções da população na tentativa de preservar o que restava do cidadão ora encontrado (contaminação do local de crime), esse aspecto sem duvida preocupa, pois, sabe–se, que varias ciências forenses poderiam contribuir para o esclarecimento desse e de outros casos que estão ocorrer em outras regiões do território nacional.
461 _cBeira, Moçambique
_dAbril-Junho de 2016
_vVol. 3, nº 08, ano III
_tRevista Científica do ISCTAC
_x2519-7207
_pp. 34-41
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aLOCAL DO CRIME
_935217
606 _aPOLÍCIA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9329930
606 _aMOÇAMBIQUE
_9333342
700 _aABIBO
_bIvan Chamil
_9350856