| 000 | 01424nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 376576 | ||
| 090 | _a376576 | ||
| 100 | _a20170413u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aMente, responsabilidade e psicologia _fTiago de Sousa Mendes |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aNas últimas décadas a psicologia tem dado especial relevância ao conceito de mente e à forma como entendemos o comportamento humano como resultado de estados mentais intencionais. A teoria da mentalização, que teve origem nos trabalhos de Peter Fonagy e colaboradores (Fonagy e Luyten 2009; Fonagy et al. 2014; Sharp et al. 2014), estando convenientemente alicerçada em dados da psicologia do desenvolvimento e das neurociências (Fonagy e Luyten 2009; King-Casas et al. 2008), tem-se revelado uma das teorias mais promissoras e relevantes neste campo. O presente artigo aborda a necessidade de se estabelecer pontes interdisciplinares entre o direito penal e a psicologia, argumentando-se que a teoria da mentalização pode ser um importante contributo neste sentido. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dJaneiro-Junho 2016 _vNº 3 _tAnatomia do crime _x2183-4180 _pp. 105-116 |
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| 606 |
_aRESPONSABILIDADE PENAL _9224712 |
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| 606 |
_aDIREITO PENAL _9224698 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 700 |
_aMENDES _bTiago de Sousa _9308717 |
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