000 01938nam a2200229 4500
001 376541
090 _a376541
100 _a20170327u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aSoluções negociadas de justiça penal no direito português
_bRecurso eletrónico
_euma realidade atual numa galáxia distante?
_fAndré Ferreira de Oliveira
311 _aFicheiro de 327 KB em formato PDF (32 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aAs ideias de consenso e celeridade processual enformam os Direitos processuais penais dos países democráticos cada vez com maior premência. Soluções de Justiça criminal negociada têm-se multiplicado nos anos mais recentes, colocando uma ampla gama de desafios à pura e tradicional doutrina processualista pura, aos tradicionais direitos dos intervenientes processuais, questionando-se se a profusão da criminalidade (cada vez mais) organizada e os métodos tecnológicos e transnacionais do iter criminis não alteraram o centro da dialética tensão administração eficiente da Justiça/direitos dos Arguidos. Portugal não é exceção: sem um enquadramento legislativo consagrando expressamente um sistema de colaboração premiada, mister é questionar se o Código do Processo Penal admite ou poderá admitir soluções negociadas de Justiça criminal; analisaremos algumas soluções de consensualismo legalmente consagradas, sem deixar de lado a análise da dogmática e jurisprudência lusas.
461 _d2017
_vVol. 3, nº 1
_tRevista Brasileira de Direito Processual Penal
_x2525-510X
_pp. 71-102
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aACÇÃO EM MATÉRIA PENAL
_9320226
606 _aDIREITO PENAL
_9224698
700 _aOLIVEIRA
_bAndré Ferreira de
_9304243