| 000 | 01730nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 376529 | ||
| 090 | _a376529 | ||
| 100 | _a20170306u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA reforma do estatuto do juiz _edimensões essenciais _fNuno Coelho |
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| 311 | _a(*) CD 269. Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aO autor começa por percorrer a atividade dos dois sucessivos grupos de trabalho especificamente criados para revisão do Estatuto dos Magistrados Judiciais, delineando os seus vetores fundamentais, bem como a atividade associativa dos juízes sobre o mesmo tema. Salientando a falta de uma discussão alargada e mais enriquecida em torno do perfil e do estatuto dos juízes, já que a comunidade política e social em cada momento histórico terá o seu modelo de juiz, dá nota da necessidade de uma estratégia de comunicação e diálogo com a sociedade e da humanização do papel do decisor. Relativamente ao assento constitucional do estatuto dos juízes, questiona-se como se encontra organizado o poder judicial na lei fundamental e que lugar tem a definição e a regulação do Estatuto dos Juízes na Constituição judiciária, para seguidamente se ponderar o sentido mais equilibrado das garantias, direitos e deveres dos juízes na atualidade. Por fim, deixa-se uma breve observação sobre a independência económica e financeira dos juízes. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dSetembro-Dezembro 2016 _vN.º 30 _tJulgar _x1646-6853 _pp. 105-122 |
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| 606 |
_aESTATUTO DOS MAGISTRADOS JUDICIAIS _999715 |
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| 606 |
_aPODER JUDICIAL _9228929 |
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| 700 |
_aCoelho _bNuno _9196857 |
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