| 000 | 01900nam a2200193 4500 | ||
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| 001 | 376434 | ||
| 090 | _a376434 | ||
| 100 | _a20170106u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPode ainda haver justiça no contexto actual da sociedade de crise e austeridade? _fAntónio Martins |
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| 311 | _a(*) CD 291. Texto que decorre de uma conferência proferida pelo autor na Associação Jurídica de Braga, em 25 de setembro de 2014. Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aConsiderando que a realidade social actual, de profunda crise económica e financeira, não deixará de ter reflexos e impactos na Justiça, procura-se percepcionar em que medida é que os efeitos daquela realidade e os valores e o discurso típicos da crise e da austeridade se poderão vir a reflectir quer na argumentação jurídica quer na decisão dos casos submetidos à decisão jurisdicional dos tribunais, no âmbito do direito privado. Essa percepção procurará ser feita a partir da análise de decisões judiciais, por forma a perceber como é que os tribunais têm aplicado o Direito e realizado a Justiça, considerando o constrangimento, a redução, mesmo ablação, dos direitos que têm estado associados à crise e à austeridade. Procurar-se-á depois justificar que, especialmente no actual contexto social e económico, não só pode haver ainda Justiça como o posicionamento dos tribunais tem de ser o de se assumirem como garantes e realizadores da Justiça, porque é essa a sua função e será essa a melhor forma de credibilização e de legitimação dos tribunais. | ||
| 461 |
_cBraga _dSetembro/Dezembro 2016 _vTomo 65, n.º 342 _tScientia Ivridica _x0870-8185 _pp. 309-333 |
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| 606 |
_aRECESSÃO ECONÓMICA _9343222 |
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| 700 |
_aMARTINS _bAntónio _9326701 |
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