000 01816nam a2200241 4500
001 376386
090 _a376386
100 _a20161017u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aLa datation des traces digitales (partie II)
_eproposition d'une approche formelle
_fAline Girod, Claude Roux, Céline Weyermann
311 _a(*). Continuação do artigo publicado no Vol. 66, nº 3 (Julliet-Septembre 2013). Tradução parcial do resumo inserto no artigo.
330 _a“Qual é a idade desta impressão digital?” Esta questão é levantada em Tribunal com relativa frequência, quando o suspeito admite ter deixado as suas impressões digitais num local de crime, mas afirma que as mesmas ali foram deixadas num momento diferente daquele a que o crime foi cometido e por razões inocentes. A primeira parte deste artigo colocou em evidência a atual falta de consenso nas respostas dadas pelos peritos deste domínio a esta questão. Esta disparidade no tratamento dos casos de datação das impressões digitais é o resultado da ausência de qualquer metodologia devidamente validada e aceite pela comunidade forense. Esta segunda parte propõe um método para a datação de impressões digitais baseado na investigação sobre o envelhecimento dos compostos lípidos detetados.
461 _cGenève
_dAvril-Juin 2014
_vVol. 67, nº 2
_tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique
_x1424-4683
_pp. 226-249
606 _aLOFOSCOPIA
_9320264
606 _aLOCAL DO CRIME
_935217
606 _aMETODOLOGIAS
_9341295
700 _aGIROD
_bAline
_9350692
701 _aROUX
_bClaude
_9345714
701 _aWEYERMANN
_bCéline
_9329118