| 000 | 02157nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 376378 | ||
| 090 | _a376378 | ||
| 100 | _a20161011u y0pory50 ba | ||
| 101 | _afre | ||
| 200 |
_aAutopsie d’une erreur judiciaire _eanalyse des déterminants de l’erreur judiciaire dans une affaire de meurtre sexuel _fClaire Chabot |
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| 311 | _a(*) CD 291. Tradução parcial do resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aEste artigo tem por objetivo compreender os principais mecanismos produtores de falsas confissões no quadro do erro judiciário. A pesquisa apoia-se num erro judiciário francês revelado em 2008 no decorrer do qual um suspeito inocente, Marc Machin, foi acusado e encarcerado por um homicídio que não havia cometido. A sua culpabilidade termina quando David Sagno, o verdadeiro autor do homicídio confessa a autoria. A presente pesquisa, conduzida segundo os princípios da teorização enraizada, baseia-se na observação do processo de Sagno em 2012, no Tribunal de Segunda Instância e, particularmente, declarações de Marc Machin e de diferentes atores que contribuíram para a produção do erro judiciário. Os resultados mostram que uma falsa confissão é produto do apriorismo e das técnicas de sugestão psicológica utilizadas pelo inquiridor face ao suspeito. A recetividade do suspeito face à sugestão leva ao implante de uma falsa recordação na memória. Estas falsas recordações levam, depois, a uma falsa confissão, especialmente desejada pelos inquiridores, dado que a pressão hierárquica e mediática para encontrar um culpado é grande. Finalmente, a ausência de vestígios de ADN no local do crime vem consagrar a prova irrefutável sobre a culpabilidade de um inocente. | ||
| 461 |
_cGenève _dAvril-Juin 2016 _vVol. 69, nº 2 _tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique _x1424-4683 _pp. 201-226 |
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| 606 |
_aCONFISSÃO _9300643 |
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| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
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| 606 |
_aHOMICÍDIO _9240884 |
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| 606 |
_aTÉCNICAS DE ENTREVISTA _9326570 |
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| 700 |
_aCHABOT _bClaire _9350697 |
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