000 02207nam a2200193 4500
001 376371
090 _a376371
100 _a20161011u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aLa datation des traces digitales (partie I)
_erevue critique
_fAline Girod, Céline Weyermann
311 _a(*). Tradução parcial do resumo inserto no artigo.
330 _a“Qual é a idade desta impressão digital?” Esta questão é levantada em Tribunal com relativa frequência, quando o suspeito admite ter deixado as suas impressões digitais num local de crime, mas afirma que as mesmas ali foram deixadas num momento diferente daquele a que o crime foi cometido e por razões inocentes. Através de diferentes exemplos americanos e europeus, este primeiro artigo coloca em evidência a atual falta de consenso nas respostas dadas pelos peritos deste domínio a esta questão. Esta disparidade no tratamento dos casos de datação das impressões digitais é sem dúvida resultado da ausência de qualquer metodologia devidamente validada e aceite pela comunidade forense. Com efeito, este artigo recenseia os estudos levados a cabo sobre a datação das impressões digitais na forma de uma revista crítica e coloca em evidência o facto de que a maioria destes métodos sofre de problemas de aplicabilidade prática. No entanto, esta revista permite igualmente identificar uma abordagem com potencial para trazer respostas práticas às questões da datação, nomeadamente a abordagem que se baseia no estudo do processo de envelhecimento dos compostos intrínsecos às impressões digitais. Esta prometedora abordagem revela pistas que podem levar à proposta de uma metodologia formal de datação das impressões digitais. Uma tal proposta permitiria trazer informação pertinente para a Justiça e será objeto da segunda parte deste artigo.
461 _cGenève
_dJulliet-Septembre 2013
_vVol. 66, nº 3
_tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique
_x1424-4683
_pp. 364-377
606 _aLOFOSCOPIA
_9320264
606 _aLOCAL DO CRIME
_935217
700 _aGIROD
_bAline
_9350692
701 _aWEYERMANN
_bCéline
_9329118