000 02261nam a2200253 4500
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090 _a376365
100 _a20161007u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aCyberstalking entre adolescentes
_bRecurso eletrónico
_euma nova forma de assédio e perseguição?
_fF. Pereira, M. Matos
311 _aFicheiro de 436 KB em formato PDF (13 p.).
330 _aCom a crescente difusão das tecnologias de informação e comunicação, fenómenos como o cyberstalking começam a ter maior expressão e visibilidade social, podendo ter como alvos adultos, crianças e/ou adolescentes. A par do consenso na literatura sobre os pressupostos centrais do cyberstalking (e.g., persistência, intenção, deliberação, indesejabilidade), persiste uma enorme controvérsia em torno da sua definição. O presente artigo procura contribuir para a clarificação dessas inconsistências e para a demarcação do conceito, mormente do fenómeno de cyberbullying. Um conjunto de elementos que tipificam o cyberstalking estão refletidos neste trabalho. Estes devem ser considerados na sua triagem, análise e no plano de atuação junto dos “atores”, assim como em programas de prevenção dirigidos a adolescentes que visam a educação para uma saúde em termos globais, tal como a define a Organização Mundial de Saúde (OMS). Reflete-se ainda criticamente acerca dos elementos comuns e divergentes entre o cyberstalking e outras formas de vitimação online (e.g., sexting, cyberbullying). Conclui-se que o cyberstalking está presente entre os adolescentes e não deve ser considerada uma dimensão “menor” de vitimação nesse grupo. Pelo contrário, é uma forma de perseguição inovadora face ao stalking no mundo real e distinta do cyberbullying.
461 _d2015
_vVol. 16, nº 1
_tPsicologia, saúde & doenças
_x2182-8407
_pp. 57-69
606 _aCOMPORTAMENTO DESVIANTE
_9321365
606 _aASSÉDIO SEXUAL
_9252355
606 _aINTERNET
_9227834
606 _aCRIME VIA INTERNET
_9322772
606 _aVITIMAÇÃO
_9336840
606 _aJOVEM
_9100424
700 _aPEREIRA
_bF.
_9350686
701 _aMATOS
_bM.
_9350687