| 000 | 02841nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 376291 | ||
| 090 | _a376291 | ||
| 100 | _a20160627u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aTécnicas especiais de investigação criminal _bRecurso eletrónico _efactor de segurança _fAntónio Sintra |
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| 311 | _aFicheiro de 636 KB em formato PDF (20 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aA proliferação de nefastos fenómenos globais associados a crescentes vagas de criminalidade transnacional grave e/ou organizada, bem como a emergência de diferentes formas de terrorismo fundamentalista, constituem concreta, profunda e permanente ameaça para os direitos fundamentais e condições de vida das pessoas. Desse modo, são colocadas em crise a segurança, a autoridade e a soberania dos Estados de Direito, bem como, naturalmente, a estabilidade da comunidade globalmente considerada. As transmutações negativas na cena internacional e as correspondentes respostas por parte dos Estados determinam, não raras vezes, porventura de forma intolerável e ilegítima, a compressão de direitos fundamentais dos cidadãos. Tais reacções tendem a afectar o justo equilíbrio entre segurança e liberdade. Destarte, não é admissível olvidar que a segurança, como valor social, é solidária da ideia de liberdade e que a segurança por si só nada deve justificar. Por isso, o presente estudo tem como objecto a segurança em geral e como sujeito as denominadas técnicas especiais de investigação criminal, persegue o objectivo específico de determinar, através de método curial, se a aplicação de tais técnicas constitui efectivo factor de segurança ou se, pelo contrário, representa causa de insegurança na medida em que é susceptível de conflituar com direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. No plano das metodologias foi usada a jurídica para análise legal do sistema de investigação criminal e a sociológica para exame das estruturas e funcionamento do sistema. Quanto às fontes, foram utilizadas as primárias, oficiais, jurídicas e estatísticas, bem como o testemunho de protagonistas, nomeadamente magistrados e responsáveis por diferentes estruturas policiais relacionadas com a matéria, no nosso país e no estrangeiro. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2010 _vNº 4 _tLusíada. Política Internacional e Segurança _x1647-1342 _pp. 171-191 |
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| 606 |
_aTÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9343118 |
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| 606 |
_aINFORMAÇÃO CRIMINAL _9321297 |
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| 606 |
_aVIGILÂNCIA POLICIAL _9328926 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 606 |
_aGESTÃO DA INFORMAÇÃO _9297958 |
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| 606 |
_aMETODOLOGIAS _9341295 |
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| 606 |
_aDIREITOS FUNDAMENTAIS _9529 |
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| 700 |
_aSINTRA _bAntónio _9329753 |
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