| 000 | 01980nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 376290 | ||
| 090 | _a376290 | ||
| 100 | _a20160621u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aEntre o cidadão e o inimigo _enovas tendências do combate ao terrorismo _fGonçalo Bargado, Nuno Igreja Matos |
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| 311 | _aCD 296. Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aO Direito Penal contemporâneo enfrenta uma crise identitária. Nomeado por alguns como o período de transição do Direito Penal moderno, o sistema penal encontra-se numa encruzilhada entre a conservação dogmática e o pragmatismo, que desafia a vigência dos seus próprios fundamentos clássicos. Alicerçada num discurso securitário, próximo do Direito Penal do inimigo, a mudança de paradigma que aqui se visa documentar conhece o seu apogeu nos denominados “crimes contra o terrorismo”. Identificando as raízes deste fenómeno, o presente trabalho conjuga uma análise ao pensamento securitário com uma aproximação às respectivas técnicas legislativas, caracterizadas por uma grande antecipação da punição e vagueza na fundamentação da sua dignidade penal – em particular, os crimes de perigo abstracto e a referência ao bem jurídico “paz / ordem pública”. Procede-se a um exame destes elementos caracterizadores de modo a potenciar uma crítica fundada às recentes incriminações que o legislador penal introduziu no ordenamento jurídico português através da Lei n.º 60/2015, de 24 de Junho. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dJaneiro-Junho 2015 _vNº 1 _tAnatomia do crime _x2183-4180 _pp. 45-70 |
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| 606 |
_aDIREITO PENAL _9224698 |
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| 606 |
_aTERRORISMO _9410420 |
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| 700 |
_aBARGADO _bGonçalo _9140792 |
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| 701 |
_aMATOS _bNuno Igreja _9327660 |
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