000 01612nam a2200253 4500
001 376259
090 _a376259
100 _a20160513u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aThe fingerprint evidence in the trial of Dennis Gunn
_fJohn M. Turner
311 _a(*)
330 _aDescrição de um caso histórico que foi preparado para recordar e reconhecer o trabalho desenvolvido por alguns pioneiros da "ciência das impressões digitais" na Nova Zelândia. O julgamento de Dennis Gunn, acusado de assassinar um chefe dos correios de Ponsonby, é, em muitos aspetos, semelhante a uma audiência Daubert, excetuando o facto de ter decorrido em 1920. O relatório sintetiza os elementos-chave da análise das impressões digitais que conduziram à condenação e posterior execução do homicida. No julgamento foram tidas em consideração questões como: permanência e exclusividade das impressões digitais; confiabilidade das provas; falsificação; ensaios de proficiência; revisão por pares, bem como um número mínimo de pontos necessários para a individualização.
461 _cHollywood
_dNovember-December 2015
_vVol. 65, nº 6
_tJournal of Forensic Identification
_x0895-173X
_pp. 913-928
606 _aHOMICÍDIO
_9240884
606 _aDACTILOSCOPIA
_9104133
606 _aPROVA PERICIAL
_9225529
606 _aJULGAMENTO
_9233424
606 _aHISTÓRIA DA POLÍCIA
_9106202
606 _aNOVA ZELÂNDIA
_9337949
700 _aTURNER
_bJohn M.
_9350637