000 01611nam a2200217 4500
001 376254
090 _a376254
100 _a20160512u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDimensões performativas do retrato judiciário
_bRecurso eletrónico
_eelaboração, receção e autonomia retórica
_fLeonor Sá
311 _aFicheiro de 0,99 MB em formato PDF (34 p. ). Resumo inserto no Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa.
330 _aApós uma sumária apresentação introdutória sobre a génese do retrato judiciário (frente/perfil) no século XIX, no contexto mais vasto do sistema de identificação criminal designado «bertilhonagem», a primeira parte deste artigo é dedicada à demonstração de uma série de características performativas deste tipo de fotografia, a diversos níveis, à luz de teorias recentes sobre o tema da performatividade. Na segunda parte do artigo é defendida a ideia de que, como constructo performativo, o retrato judiciário ganha enorme dimensão e importância, sobretudo por transvisualidade e «remediação» (Bolter & Grusin 2000), acabando por se autonomizar, como modelo retórico, nos media contemporâneos.
461 _cLisboa
_d2012
_vNº 4
_tComunicação & Cultura
_x1646-4877
_pp. 125-158
606 _aFOTOGRAFIA POLICIAL
_9320987
606 _aIDENTIFICAÇÃO JUDICIÁRIA
_9320322
606 _aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS
_9343105
606 _aHISTÓRIA DA POLÍCIA
_9106202
700 _aSÁ
_bLeonor
_9320304