| 000 | 02498nam a2200193 4500 | ||
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| 001 | 376215 | ||
| 090 | _a376215 | ||
| 100 | _a20160405u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAlém do " ódio " _bRecurso eletrónico _emetonímias " queer " para crime, patologia e antiviolência _fJin Haritaworn |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 940 KB em formato PDF (74 p.). | ||
| 330 | _aNeste artigo, questiona-se o papel até então não indagado do ódio como paradigma hegemônico para entender a violência e se organizar contra ela em nível global. Embora tenhamos à disposição uma gama de perspectivas analíticas – desde os estudos da afetividade até o feminismo e a homonormatividade – para compreender as figurações dominantes de amor "queer", bem como os coletivos multiculturais neoliberais e os cenários carcerários que eles viabilizam, o ódio ainda não foi objeto de escrutínio semelhante. Usando uma lente transnacional para documentar a chegada do discurso do crime de ódio/violência na Alemanha, onde são recentes discursos como Hassgewalt, que atribuem a violência ao ódio, defendo que é arriscado organizar-se em torno de um diagnóstico de ódio, visto que o ódio já está associado a corpos racializados. Ao mapear as figurações de violência, homofobia e crime em uma série de textos midiáticos, ativistas e políticos, afirmo que o drama dos amantes "queer" e o Outro odioso aproximou-se de discursos mais amplos sobre o crime, os quais são extremamente racializados e globalizados. Os dois pânicos morais dividem o palco no centro gentrificado das cidades, um perfil psíquico, um arsenal de técnicas de punição e reforma, bem como um horizonte e uma orientação biológica e geopolítica voltados para corpos e espaços degenerados que são descartáveis e ao mesmo tempo lugares de onde se extraem valores. Isso tem implicações para além das linguagens que escolhemos usar. Neste artigo, preconiza-se um imaginário abolicionista que vai além da prisão e se estende a lugares institucionais e a outros mais frequentemente considerados solidários e benévolos, inclusive as comunidades que nós próprios queremos construir. | ||
| 461 |
_cBelo Horizonte _djul./dez. 2014 _vV. 9, n. 1 _tMeritum _x2238-6939 _pp. 189-261 |
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| 606 |
_aCRIME POR ÓDIO _9344117 |
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| 606 |
_aHOMOSSEXUALIDADE _9242879 |
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| 700 |
_aHARITAWORN _bJim _9350608 |
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