000 01781nam a2200217 4500
001 376165
090 _a376165
100 _a20160302u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO novo modelo de gestão dos tribunais
_eum ano depois
_fMaria José Costeira
311 _a(*). Resumo inserto na publicação.
330 _aA autora procede a uma análise do novo modelo de gestão dos Tribunais a partir de situações concretas ocorridas durante o seu primeiro ano de vigência. Dando particular enfoque aos poderes de gestão processual do juiz presidente, chama a atenção para os respectivos limites, ditados pelos princípios fundamentais da independência dos juízes, do juiz natural e da inamovibilidade. Analisando procedimentos concretos destaca os que colocam ou podem colocar em causa a independência dos juízes (como sejam as instruções ou ordens de serviço emanadas dos presidentes; a criação de dificuldades a que os juízes profiram provimentos destinados às suas unidades orgânicas; a errada delegação de competências nos juízes coordenadores; a determinação de realização de julgamentos em secções de proximidade ou secções diversas daquelas em que o juiz titular está colocado) e os princípios da inamovibilidade e do juiz natural (como sejam as decisões de reafectação de juízes, afectação de processos ou acumulação de funções).
461 _cLisboa
_dSetembro-Dezembro 2015
_vN.º 27
_tJulgar
_x1646-6853
_pp. 55-74
606 _aMAGISTRADO JUDICIAL
_9243074
606 _aORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA
_9410458
606 _aSISTEMA JUDICIÁRIO
_9321006
606 _aTRIBUNAL
_9227315
700 _aCOSTEIRA
_bMaria José
_9350570