| 000 | 02167nam a2200277 4500 | ||
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| 001 | 376066 | ||
| 090 | _a376066 | ||
| 100 | _a20151210u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aBiolegalidade, imaginário forense e investigação criminal _bRecurso eletrónico _fHelena Machado, Susana Costa |
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| 311 | _aFicheiro de 234 KB em formato PDF (25 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aNeste texto discutimos alguns contornos das configurações locais das representações e usos sociais da tecnologia de DNA na investigação criminal em Portugal. A abordagem da rede sociotécnica que alinha a ciência forense com políticas de governação estatal, as leis e as práticas de investigação criminal e os imaginários culturais em torno do DNA e do trabalho de investigação criminal é realizada a partir dos conceitos de biolegalidade e de imaginário forense, por sua vez ancorados, respetivamente, nas noções de biocidadania e de bioidentificação. Adotou‑se uma perspetiva teorico‑metodologica de tipo interpretativo e qualitativo fundamentada em análise de legislação e na compreensão de sentidos e significados atribuídos à utilização de tecnologia de DNA da parte de elementos da Polícia Judiciária. O nosso objetivo é discutir algumas modalidades de tensões locais criadas por processos de exportação da tecnologia de DNA, que têm a sua origem em sociedades e culturas com diferentes histórias de governação de tecnologia, de regulação das práticas de investigação criminal e de produção de prova em tribunal. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dJunho 2012 _vVol. 97 _tRevista Crítica de Ciências Sociais _x2182-7435 _pp. 61-84 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aBASE DE DADOS _9227272 |
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| 606 |
_aLOCAL DO CRIME _935217 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA CIENTÍFICA _9305225 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 700 |
_aMACHADO _bHelena _9326154 |
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| 701 |
_aCosta _bSusana _9324953 |
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