| 000 | 01501nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 376035 | ||
| 090 | _a376035 | ||
| 100 | _a20151111u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aConceito material de crime e reforma penal _fMaria Fernanda Palma |
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| 311 | _aCD 296. | ||
| 330 | _aO movimento neo-criminalizador verificado recentemente em Portugal e noutros países europeus confronta o Direito Penal com os seus parâmetros constitucionais de validade. O conceito material de crime deve funcionar aqui como instrumento de controlo da validade destas incriminações. Esse controlo há de estender-se à análise da estrutura do comportamento atingido, na perspetiva da possibilidade, da lesão ou colocação em perigo de um bem jurídico-penal. Por outro lado, o conceito material de crime deve orientar o alargamento da tutela penal de direitos já consagrados onde a carência dessa tutela se tenha entretanto tornado percetível. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dJulho-Dezembro 2014 _vN.º 0 _tAnatomia do Crime _x2183-4180 _pp. 113-118 |
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| 606 |
_aDIREITO PENAL _9224698 |
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| 606 |
_aPRINCÍPIO DA LEGALIDADE _9233560 |
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| 606 |
_aREFORMA PENAL _9237533 |
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| 606 |
_aCORRUPÇÃO _9229145 |
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| 606 |
_aPENOLOGIA _9103247 |
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| 700 |
_aPALMA _bMaria Fernanda _9322218 |
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