| 000 | 02241nam a2200265 4500 | ||
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| 001 | 376002 | ||
| 090 | _a376002 | ||
| 100 | _a20151019u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aUma década de neonaticídios na Grande Lisboa _bRecurso eletrónico _econtributos da psicologia e psiquiatria forenses _fCatarina Klut Câmara ...[et al.] |
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| 311 | _aResumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aO neonaticídio corresponde ao homicídio de uma criança durante as primeiras 24 horas de vida. Neste trabalho procurou-se caracterizar casos de neonaticídio ocorridos na área da Grande Lisboa, através de um estudo retrospetivo de todos os processos investigados na Delegação do Sul do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, I.P. (INMLCF), entre 1 de janeiro de 2001 e 31 de dezembro de 2010. Identificaram-se cinco casos de neonaticídio (2.96 por 100000 nados-vivos), atribuíveis a cinco mães com uma idade média de 25 anos, cuja principal motivação foi a gravidez indesejada. Em todos os casos, a gravidez foi ocultada, evoluiu sem cuidados médicos pré-natais e o parto ocorreu em casa, sem assistência. Não foi identificada qualquer perturbação mental que verificasse os requisitos normativos de inimputabilidade para o crime. Embora raros, os casos de neonaticídio causam particular alarme social e levantam diversas questões jurídicas e médicolegais. O facto de se encontrarem associados à ocultação da gravidez e à ausência de perturbação mental evidente das suas autoras, dificulta a adoção de medidas preventivas, destacando-se a importância de um diagnóstico precoce de gravidez em mulheres em idade fértil. | ||
| 461 |
_dJulho de 2015 _vNº 8 _tPsiquiatria, Psicologia & Justiça _pp. 4-51 |
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| 606 |
_aFILICÍDIO _9345196 |
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| 606 |
_aINFANTICÍDIO _9275131 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA CRIMINAL _9225033 |
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| 606 |
_aINSTITUTO DE MEDICINA LEGAL _9330096 |
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| 710 |
_aUMA DÉCADA DE NEONATICÍDIOS NA GRANDE LISBOA _9350443 |
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