000 02319nam a2200241 4500
001 375898
090 _a375898
100 _a20150713u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO profiling nos aeroportos como ferramenta de prevenção ao terrorismo
_bRecurso eletrónico
_fGuilherme Damasceno Fonseca
311 _aFicheiro de 231 KB em formato PDF (22 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aOs atentados de 11 de setembro mostraram ao mundo novamente o que parecia estar esquecido: a importância da aviação comercial como alvo do Terrorismo. Desde então, várias potências ocidentais têm buscado um aprimoramento da segurança aeroportuária, submetendo passageiros de todo o mundo a uma exaustiva rotina de procedimentos, muitas vezes constrangedores. O mundo ocidental progressivamente começa a adotar as técnicas de Contraterrorismo israelenses, cujos aeroportos são considerados exemplos em termos de segurança. Nesse contexto, destacam-se as diversas espécies de Profiling, técnica que busca prevenir ataques através da procura do perfil esperado do terrorista. Considerando que os tipos de Profiling baseados em critérios como raça ou etnia não são compatíveis com a maioria das Constituições democráticas, torna-se importante a análise do Profiling comportamental, o qual parte do pressuposto de que o passageiro com intenções criminosas quase sempre demonstra, ao passar pelos procedimentos de segurança, sinais reveladores de nervosismo ou ansiedade, que podem ser identificados por olhos adequadamente treinados. No entanto, o uso de tal técnica em um ambiente peculiar como o aeroporto traz questionamentos que desafiam seus defensores, principalmente, no que se refere à sua viabilidade em Estados Democráticos de Direito.
461 _cBrasília
_dJul.-Dez. 2013
_vVol. 3, nº 2
_tRevista Brasileira de Ciências Policiais
_x2318-6917
_pp. 107-128
606 _aTERRORISMO
_9410420
606 _aSEGURANÇA DE AEROPORTOS
_9323185
606 _aCONTROLO DE PASSAGEIROS
_9343439
606 _aSEGURANÇA AÉREA
_9311166
606 _aDIREITOS FUNDAMENTAIS
_9529
700 _aFONSECA
_bGuilherme Damasceno
_9350374